Love is love

18:27:00 Unknown 0 Comments

     Homossexualidade é um tema cercado de pessoas ignorantes e medíocres que preferem cuidar da vida do próximo, só pela opção sexual deles. Os homossexuais são pessoas, são humanos, que sofrem com tamanha discriminação e preconceito, que são tratados muitas vezes como se fossem "animais" só por não sentirem atração pelo sexo oposto, mas assim  como os heterossexuais são pessoas que sabem amar.
   Ao meu ponto de vista é algo errado, pois olhando pelo lado religiosa Deus criou os nossos órgãos sexuais masculino e feminino para que nós humanos possamos procriar. Porém não me importo com a escolha sexual de ninguém, acredito no valor verdadeiro que as pessoas têm dentro de si, que infelizmente muitos reprimem por conta do medo e da vergonha.
   Quem sabe um dia todos os seres humanos existentes na Terra usassem o cérebro não somente para benefício próprio, mas em beneficio ao próximo, que tenham a capacidade de entender que cada um faz o que bem quiser de sua vida, e que não precisa necessariamente aceitar, apenas respeitar.

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Filmes sobre a Homossexualidade

14:03:00 Unknown 0 Comments


1- Meninos não choram.

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Saiba como Teena Brandon se tornou Brandon Teena e passou a reivindicar uma nova identidade, masculina, numa cidade rural de Falls City, Nebraska. Brandon inicialmente consegue criar uma imagem masculinizada de si mesma, se apaixonando pela garota com quem sai, Lana, e se tornando amigo de John e Tom. Entretanto, quando a identidade sexual de Brandon vem público, a revelação ativa uma espiral crescente de violência na cidade.



2-    O segredo de broke break mountain



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Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennie Del Mar (Heath Ledger) são dois jovens que se conhecem no verão de 1963, após serem contratados para cuidar das ovelhas de Joe Aguirre (Randy Quaid) em Brokeback Mountain. Jack deseja ser cowboy e está trabalhando no local pelo 2º ano seguido, enquanto que Ennie pretende se casar com Alma (Michelle Williams) tão logo o verão acabe. Vivendo isolados por semanas, eles se tornam cada vez mais amigos e iniciam um relacionamento amoroso. Ao término do verão cada um segue sua vida, mas o período vivido naquele verão irá marcar suas vidas para sempre.


3- Azul é a cor mais quente



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Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente.

4- Carol



A jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está se divorciando de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos.

5- Hoje eu não quero voltar sozinho

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Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.

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A aceitação

13:53:00 Eloísa C. 0 Comments


Por experiência própria, posso dizer que uma das coisas mais difícil quando você começa a se descobrir homossexual é a aceitação, principalmente a sua própria. Quem vê homossexuais felizes e tendo orgulho do que são, não fazem ideia do que já passaram para poder sorrir.
Quando você se percebe reparando mais do que deveria naquela amiga, ou naquele amigo, é um choque. Você começa negar e várias coisas passam pela cabeça nesse momento, como por exemplo: "estou confundindo amizade?", "isso é verdadeiro?", "é passageiro", "o que será da minha vida se eu for?", "eu sou bi?", "ela a única menina que eu gosto e vou gostar?", "deveria contar pra ela?", "deveria contar pra alguém?", "por que eu sinto isso?", até mesmo tu acabas tentando achar algo que prove que você é hétero, mas na verdade você só está querendo se enganar porque a sociedade não acha correto relações entre pessoas do mesmo sexo.
Depois de um tempo, você se "conforma" com o fato de gostar daquela pessoa do mesmo sexo de um jeito diferente. Mas se conformar não é se aceitar. A aceitação só vem com o tempo.
Todos temos a necessidade de contar as coisas que ocorrem conosco para alguém. Mas para quem contar? Pros amigos? E se eles forem preconceituosos? Para a família? A melhor pessoa para contar é aquela que você confia mais. No meu caso, por exemplo, a primeira pessoa que contei foi minha melhor amiga desde que me conheço por gente, a minha irmã. Ao longo do tempo fui contando para os meus amigos, confesso que não foi nada fácil, principalmente para uma miga minha que é muito religiosa, mas ela me aceitou mesmo assim. Com isso, pude reparar em algo: aqueles que são realmente seus amigos ficarão, independentemente do que for. Se alguém deixar de ser teu amigo por causa de detalhes como esse, acredite, eles vão tarde, afinal, não seus amigos de verdade.
E contar para a família? Esse é um processo muito mais complicado onde cada um terá sua própria experiência, afinal, ninguém é igual a ninguém. Não importa como são seus pais, se são mais abertos a novas ideias, se são mais conservadores, contar para eles nunca será uma tarefa fácil. Somente fale para eles quando se sentir confortável o suficiente para isso, quando achar necessário e se sentir seguro(a). A reação deles é algo um tanto quanto imprevisível, mas geralmente eles tendem a acreditar que isso não é verdade, é só uma fase. Quando contei para minha mãe, um pouco implicitamente, ela não sabia exatamente o que falar, mas não acreditou muito, porém vem absorvendo a ideia e aceitando aos poucos.
A aceitação dos outros vem com o tempo, mas para isso você tem que se aceitar, que é o principal. Não "saia do armário" sobe pressão, se sinta seguro primeiro, e, héteros, não forcem seus amigos a fazerem isso, cada um tem seu tempo, e respeitá-lo é muito importante.

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Pra que essa diferença?

13:28:00 Yuuki 0 Comments


Porque as pessoas tendem a ser ignorantes, ao ponte de se acharem melhores que outras ??
Claro que falar com tanta naturalidade de sexualidade incomodaria os inúmeros homofóbicos que estão escondidos nas esquinas desse mundão que é a internet.
Xingamentos, ações, indiretas... tudo isso desnecessário, não precisa se colocar acima dos outros, não é porque você tem um certo tipo de gosto, que tem que forçar o outro a ter, não é porque o outro tem um gênero sexual diferente de VOCÊ, que tem que difama-lo por isso. Isso é algo errôneo até por de mais !!
Todos nós somos iguais, o que nos diferencia são nossos gostos, e não é por causa disso que devemos excluir uma pessoa por isso(como eu disse antes), pelo contrario, essas nossas "diferenças" podem nos unir.

 “Se você se incomoda que eu sou gay e quer se desinscrever do meu canal por causa disso, por favor, faça isso agora. Eu não quero uma pessoa que pensa menos de alguém por causa da orientação sexual dela, eu não quero uma pessoa que se acha melhor que outra por causa disso na minha turma. Já vai tarde” - LUBA





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Desde muito tempo

13:28:00 Yuuki 0 Comments


Desde muito tempo, a homossexualidade "estava" na sociedade.... Porque "estava"?
Bem, como todos nós sabemos a homossexualidade não é uma doença, as pessoa são ignorantes por dizerem isso, tanto que nas sociedades antigas era meio que comum, pois as pessoas não tinham esse certo preconceito.
A homossexualidade existe desde Antes de Cristo, um filósofo famoso que era, é Sócrates, além dele outras figuras históricas eram gays também, como: Alaxandre, o Grande, ele foi um grande guerreiro macedônio; Leonardo da Vinci, que um grande cientista, engenheiro, anatomista, botânico, inventor e pintor.
Então podemos concluir com isso, que, o preconceito com os homossexuais é algo que a sociedade atual (não tão atual assim), inventou. é algo tão natural como ser hétero. Algumas religiões não vêem mal algum nisso, pelo ao contrario, acham normal como qualquer outra coisa.

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Homossexualidade no Youtube

00:39:00 Unknown 0 Comments


Há quem diz que homossexualidade começou a existir nos últimos tempos, no qual ela vem aumentando grandemente os índices. Quando na verdade é muito antiga, pois nas décadas anteriores era visto como adultério e em alguns lugares como pena de morte, mas hoje em dia com a informação e lutas dos movimentos LGBT'S vem ganhando respeito, mas isso não significa que não haja mais preconceito porque tem muito Ainda... um dos grandes influenciadores que ajuda contra a homofobia é o youtube que faz com que as pessoas vejam e reflitam sobre o pensamento delas.

Alguns exemplos de youtubers LGBT'S:
Põe na Roda: https://www.youtube.com/user/canalpoenaroda
LubaTV: https://www.youtube.com/channel/UCYALxwppPJjYyTMEwwEcNCQ
Mandy Candy: https://www.youtube.com/user/mandyparamaiores
Queen B: https://www.youtube.com/user/binstantane

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É escolha?

22:11:00 Unknown 0 Comments

O tópico "homossexualidade é uma escolha" gera muita polêmica e controvérsias. O canal LGBT do Youtube, Põe na Roda, fez um vídeo entrevistando pessoas sobre o assunto. Confira:
Analisando o resultado do vídeo, podemos perceber que a maioria dos entrevistados acham que a pessoa nasce homossexual, porém alguns tem opinião contrária, e outros que ficaram indecisos.

Mas se fosse uma escolha, porque a pessoa escolheria ser gay? Que seria o "caminho" mais complicado, já que a sociedade é preconceituosa, se é escolha, porque não escolher ser hétero, que na visão da sociedade é o correto?

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HOMOFOBIA NÃO COLA

18:30:00 leonardo 0 Comments

Homofobia não cola
não perca seu tempo importunando,
falando mal e xingando
uma pessoa só pela sexualidade.  


Homofobia não cola
e com certeza já passou da hora
de rever seus conceitos
e tratar com respeito,
o homossexual.


Homofobia não cola
chega de violência, 
chega de desrespeito,
é hora de agir e pensar direito.


Homofobia não cola
o mundo precisa de paz,
paz e igualdade,
mas só o ser humano tem a capacidade
de conquistar essas raridades, atualmente.

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15 Países que mais odeiam gays

18:10:00 Rafael Santos 0 Comments

Nem todo mundo aceita homossexuais, mas há muitos países onde os gays são condenados até a prisão pelo simples fato de gostarem de pessoas do mesmo sexo. Por isso venho listar os 15 países que mais odeiam gays.



1.      Maldivas – para homens, exílio ou chicotadas; prisão domiciliar para mulheres.
As Maldivas seguem a lei da Shiria, onde o sexo entre homens é proibido. As penas variam de 10 a 30 chicotadas até o exílio, que pode durar de 9 meses a um ano, para homens.
Relações homossexuais entre mulheres também são criminalizadas, mas a pena é diferente: prisão domiciliar de 9 meses a 1 ano.
Não por acaso, não são raros os casos de homofobia, como a sofrida pelo blogueiro Hilath Rasheed, perseguido com diversos ataques, incluindo pedradas que fraturam seu crânio, em 2011, e um corte na garganta, em 2012, que por poucos milímetros não atingiu uma artéria. Além dos ataques físicos, seu blog foi fechado há 3 anos pelas autoridades do país.

2.      Tanzânia – detenção de 30 anos à prisão perpétua para homens; multa ou detenção por 5 anos para mulheres.
Homens que praticarem atos sexuais entre si, ainda que consensualmente, podem ser sentenciados a uma pena mínima de 30 anos de prisão no país.
De acordo com a Human Rights Watch, muitos homossexuais sofrem abusos policiais no país por serem parte do grupo de risco de transmissão do HIV – não é raro que se recusem a registrar boletins de ocorrência contra qualquer tipo de crime em que tenham sido vítimas.
Já as mulheres, podem ser condenadas a 5 anos de prisão, além de pagar uma multa de 500 mil Shillings (cerca de R$ 735) no estado semiautônomo de Zanzibar. No resto do país, no entanto, não existem leis específicas criminalizando relações sexuais entre mulheres.

3.      Qatar – até 7 anos de detenção (e para muçulmanos, chibatadas ou execução).
No Qatar, a pena para homens que praticarem sexo entre si é de 7 anos caso não sejam muçulmanos, para os quais se aplica a lei da Sharia.
Segundo a Sharia, um homem que praticar sexo anal com outro homem ou com uma mulher deve ser punido com a morte. No entanto, a lei costuma depender da interpretação do governo e dos juízes, os quais podem considerar como pena “somente” chibatadas.

4.     São Cristóvão e Neves – até 10 Anos de trabalhos forçados.
As pequenas ilhas caribenhas de São Cristóvão e Neves não são exatamente um paraíso tropical, principalmente se você for gay. As leis do país descrevem penas de até 10 anos, que podem ser estendidas a trabalhos forçados, para quem cometer “o abominável crime da sodomia”, ainda que consensual.
A população do país também é, em geral, homofobica – o próprio Ministro da Saúde já chegou a admitir que a homofobia é “excessiva, desenfreada” no país. Ainda segundo a ONU, as leis que criminalizam a homossexualidade em São Cristóvão e Neves também tem sido uma barreira para homossexuais infectados com doenças sexualmente transmissíveis que precisam de tratamento.

5.      Ilha Nauru – até 14 anos de trabalhos forçados.
O menor país insular do mundo também é um dos menores quando o assunto é tolerância.
O país pune homens que praticarem sexo anal com penas que variam de 7 a 14 anos de trabalhos forçados. Para outros atos sexuais, a pena é de 3 anos de trabalhos forçados. A lei ainda descreve os trabalhos como “árduos” e coloca a homossexualidade como algo que vai “contra a natureza”.

6.      Nigéria – pena de morte para homens e chibatadas e/ou detenção para mulheres em 12 estados. No resto do país, até 14 anos de prisão.
As penas para homossexuais na Nigéria variam de acordo com o estado. Pelo menos 12 estados da parte norte do país adotam as leis descritas na Sharia, e portanto, condenam relações homossexuais com a morte para homens e chicotadas para as mulheres.
Nos outros estados, as penas são detenção que varia de 3 a 14 anos. Assim como em Nauru, a legislação nigeriana refere-se às relações homossexuais como atos “contra a ordem da natureza”.
Além das condenações para atos sexuais, desde janeiro deste ano são proibidos clubes, boates e qualquer outro tipo de aglomerações sexuais exclusivas para gays.

7.     Sudão – chibatadas e prisão; caso reincida, prisão perpétua ou execução.
De acordo com a seção 148 do código penal sudanês, a sodomia consiste em “inserir o pênis ou algo equivalente no ânus de uma mulher ou homem”, e penaliza o ato com 100 chibatadas e prisão por 5 anos na primeira e segunda ocorrência. Caso haja uma terceira ocorrência, o juiz pode determinar a prisão perpétua ou a execução do suspeito.
A lei ainda prevê que a pessoa que autorizar a inserção do objeto ou órgão sexual em seu ânus também seja punida da mesma forma que a pessoa que executou o ato.

8.     Serra Leoa – prisão perpétua.
Além de sofrerem diversas formas de homofobia, os gays de Serra Leoa ainda enfrentam uma legislação que condena práticas sexuais entre pessoas do mesmo sexo (em especial o sexo anal) com prisão perpétua.
As mulheres, apesar de não serem condenadas pela lei, também sofrem negligência e exclusão da sociedade. Um estudo feito com o público LGBT do país revelou que 99% deles contam já terem sofrido pelo menos um tipo de discriminação ou assédio por causa de sua identidade sexual ou de gênero, muitos deles cometidos por policiais.
O país ainda passa por uma grave crise de contaminação de HIV devido a uma relutância existente, principalmente nas zonas rurais, em aceitar o tratamento médico. Muitos dos moradores ainda preferem tratar suas doenças com curandeiros, pondo em risco a própria vida e a das pessoas com as quais se relacionam.

9.      Emirados Árabes Unidos – prisão, multas e/ou pena de morte.
A lei dos Emirados Árabes Unidos sobre sexo entre pessoas do mesmo sexo é ambígua. Enquanto pode-se interpretar que a legislação cubra somente casos de sexo forçado, também é possível entendê-la como aplicável para casos de sexo consensual. Explicitamente, a legislação condena com pena de morte somente o adultério, mesmo que homossexual.
Apesar disso, algumas regiões dos Emirados, como Dubai e Abu Dhabi, possuem legislação própria sobre o tema e condenam o sexo consensual entre pessoas do mesmo gênero. Em Dubai, a pena é de 14 anos de detenção, enquanto em Abu Dhabi o tempo máximo de encarceramento é de 10 anos.

10.     Irã – pena morte para homens e chibatadas para mulheres.
No Irã, duas pessoas que forem flagradas praticando sexo anal podem ser executadas. De acordo com o código penal islâmico vigente no país, o tipo da morte será decidido pela Sharia se ambos foram maiores de idade (a pena geralmente é o enforcamento); se um dos envolvidos for menor de idade, este será punido com 74 chibatadas.
Para piorar, a corte pode usar o testemunho de 4 pessoas como prova definitiva de que o ato ocorreu.
Já as mulheres flagradas em atos homossexuais podem ser punidas com 50 chicotadas; se reincidirem mais três vezes, a pena passa para a execução.

11.   Somália – morte por apedrejamento nas regiões ao Sul e até 3 anos de prisão no resto do país.
A Somália é um dos 4 países que ainda condenadam gays com apedrejamento. Não bastassem as condenações legais, grupos rebeldes também praticam atos de homofobia. Em março do ano passado, fundamentalistas mataram um adolescente com pedradas no interior do país e forçaram o vilarejo todo a assistir a brutalidade.
Na Somalilândia, ao norte, o código penal de 1962 ainda está em vigor e pune a sodomia, ainda que consensual, com detenção de até 3 anos. Porém, nas regiões mais ao sul, cortes islâmicas impuseram a Sharia, que oferece como punição o apedrejamento.

12.  Mauritânia – morte por apedrejamento para homens.
De acordo com a International Lesbian and Gay Association (ILGA), a Mauritânia é um dos países africanos mais intolerantes com homossexuais. Homens que praticarem atos homossexuais, de qualquer natureza, são condenados à morte por apedrejamento.
Já as mulheres flagradas em uma relação sexual com outra mulher podem ser presas pelo período de três meses a dois anos e devem pagar uma multa que pode chegar a 60.000 MU (cerca de R$ 510).

13.  Arábia Saudita – exílio, chibatadas ou morte por apedrejamento.
As penas para homossexuais na Arábia Saudita são todas baseadas na Sharia e variam bastante. Homens casados que praticarem sodomia estão sujeitos a uma pena de morte por apedrejamento, enquanto um homem não casado recebe 100 chibatadas e exílio por um ano. Para um não-muçulmano que cometer se envolver com um muçulmano, a pena é de apedrejamento até a morte.
Assim como em outros países islâmicos, qualquer relação fora do casamento também é ilegal, mesmo para mulheres.

14.  Iêmen – até 7 anos de prisão, 100 chibatadas e/ou morte por apedrejamento.
No Iêmen, homens casados que forem descobertos em um relacionamento extraconjugal com outro homem podem ser penalizados com execução via apedrejamento. Para homens solteiros, a pena é de chibatadas e detenção de um ano.
Já as mulheres lésbicas podem ser condenadas a até 3 anos de prisão caso o ato sexual em questão tenha sido consensual. Em casos de sexo forçado, a pena sobe para 7 anos para o autor do crime.
Além das penas descritas pela lei, os gays do Iêmen ainda sofrem com extremistas que tentam fazer justiça com as próprias mãos, matando homossexuais de maneira cruel. Mesmo após as pressões internacionais, principalmente por parte da ONU e da Human Rights Watch, o governo do país reitera que não possui intenção de alterar as leis e afirma que “não existem gays no Iêmen”.
Só nos últimos 2 anos, pelo menos 316 gays já foram detidos no país e estimasse que existem 35000 pessoas infectadas pelo HIV. Não existe, contudo, nenhuma forma precisa de medir quantas delas são gays, devido à repressão do governo.

15.  Uganda – prisão perpétua, tortura e execução.
Por fim, Uganda. No país, tanto a atividade homossexual masculina quanto a feminina são ilegais.  Nos termos do Código Penal, a relação entre dois homens pode acarretar em pena de prisão perpétua. Execuções e rituais de tortura são permitidos sem obrigações legais para os executores.
De acordo com um relatório da Pew Global Attitudes Project , 96% dos moradores do país acreditam que a homossexualidade é um modo de vida que a sociedade não deve aceitar.

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